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Eu e a Margaret Atwood odiamos homens

      Como eu prometi, eu não desisti do blog, sumi por algum tempo por motivos de faculdade, mas tirei esse pedacinho do meu tempo livre (na verdade eu devia estar copiando uma matéria, mas já fui suficientemente produtiva hoje) para 1. Entrar em dia com os projetos da Scan que eu participo (siim eu faço parte do processo de tradução de alguns mangá, yeah!) porque eu tinha esquecido completamente os prazos e 2. Voltar com pelo menos um post, porque por mais que ninguém veja o que eu posto aqui, eu me comprometi com isso.      Hoje eu vou falar de um livro que me tirou momentaneamente da ressaca literária que eu estou tendo faz uns anos e que depois que eu terminei entrei na ressaca literária de novo. O livro é Vulgo Grace (ou Alias Grace para os Netflixers).      O interesse para ler esse livro veio do trailer da série da Netflix e eu achei um plot muito bom que eu deveria ter contato pela primeira vez no formato de livro e não em série, pri...

O Chucky de 2019 que deu certo

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            Se me perguntassem se eu gostaria de assistir M3GAN no cinema eu provavelmente perguntaria se não tem outro filme melhor pra assistir, já que até a meia entrada para o cinema está extremamente cara e se você quiser pipoca acompanhando, vai gastar quase cem reais.      Mas como nada na minha vida é como eu planejo, em uma tentativa de ver o segundo filme da franquia Avatar (que eu estava animada para ver mas as tentativas falhas me frustraram) acabei gastando meu dinheirinho no que eu esperava ser mais um filme de terror que se fundiria com a ficção científica e daria mais atenção para a problemática da tão temida inteligência artificial.       A proposta do filme era bem simples, não é como se fosse novidade no mundo do cinema robôs criando vontade própria e se voltando contra os humanos e toda a temática de M3gan e o fato dela ser feita para acompanhar uma criança já tinha sido abordado no tão fatídico Br...

Lobos sinistros e cachorros terapêuticos

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           Como eu disse em um post não faz muito tempo (quase dois anos atrás), escrever no meu blog é meio que um último recurso pra manter minha sanidade (inclusive estou escutando Shine on You Crazy Diamond) e eu estou aqui novamente, em tempo recorde, porque sim, eu assisti o famoso que todos estão falando: O Gato de Botas 2 e eu tive que fazer uma reviewzinha. Eu já fiz isso no close friends do insta, mas eu acho que quase ninguém liga pra o que eu posto lá e mesmo que ninguém veja meu blog, eu sinto que sou mais ouvida aqui.      Primeiramente eu vou dizer que não estava muito empolgada com o filme quando eu vi o trailer, eu achava que por conta da mudança do estilo de animação do realista usado no Shrek, pra algo mais colorido e divertido, com o Gato de Botas com uma carinha mais fofa o enredo ia ser fraco e basicão, uma coisa mainstream, muito infantil (por mais que o filme seja pra crianças, a DreamWorks nunca foi muito de amenizar ...

Sobre motosserras e peitos

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            Eu estou de férias e embora eu tenha outras coisas para fazer (responsabilidades reais) eu resolvi ressuscitar meu blog (acredito que fazer isso é o último recurso que eu tenho para procrastinar). Não, dessa vez não é um texto angustiado com pedaços do meu coração espalhados por ele, na verdade é um review, que eu acredito que tenha sido o principal motivo de eu ter começado o blog, embora ele tenha cerca de duas reviews. Eu estava gravando vídeos para os meus close friends no instagram sobre os conteúdos que eu estava consumindo durante esse tempo fora do inferno (que carinhosamente chamo de faculdade (sim, agora eu estou na faculdade, uhul!)), mas eu não sei se muita gente lá estava interessada no que eu tinha pra falar e às vezes (sempre) eu fico meio paranóica de estarem achando que eu sou boba.     Enfim, nesse post eu vou falar de Chainsaw Man, o anime, que eu terminei de assistir faz um dia e considerando que eu demoro muit...